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09/09/2016 - Ideb das primeiras séries do ensino fundamental fica acima da meta

O Brasil superou a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2015 nas séries iniciais do ensino fundamental. Do primeiro ao quinto ano, o País alcançou índice de 5,5 e ficou acima da meta estabelecida de 5,2. Os dados do Ideb foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (8). 

O Ideb reúne, em um só indicador, dois conceitos para medir a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho em avaliações do MEC. O índice vai de zero a dez, e a meta é que, em 2022, o Ideb do Brasil seja 6,0.

Na avaliação do ministro da Educação, Mendonça Filho, o desempenho melhor do Ideb nos anos iniciais tem várias explicações, entre elas o fato de a gestão do chamado Ensino Fundamental I ser de responsabilidade quase total dos municípios.

“No caso dos anos iniciais, a gente tem mais de 80%, 82% sob a responsabilidade dos municípios. Então, é uma estrutura de gestão única. Nos anos finais, metade da rede é de responsabilidade dos estados e outra metade da rede é dos municípios. Só isso já produz uma diferença”, explicou.

Nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, no entanto, as metas nacionais do Ideb não foram alcançadas. No caso do sexto ao nono ano, a meta era de 4,7, mas ficou em 4,5. O Ensino Médio obteve índice de 3,7, valor também abaixo da meta pretendida que era 4,3.

O ministro da Educação lembrou, ainda, alguns fatores que ajudam a explicar os dados ruins do Ideb no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, como o aumento da taxa de evasão escolar e de repetência.

O Brasil superou a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2015 nas séries iniciais do ensino fundamental. Do primeiro ao quinto ano, o País alcançou índice de 5,5 e ficou acima da meta estabelecida de 5,2. Os dados do Ideb foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (8). 

O Ideb reúne, em um só indicador, dois conceitos para medir a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho em avaliações do MEC. O índice vai de zero a dez, e a meta é que, em 2022, o Ideb do Brasil seja 6,0.

Na avaliação do ministro da Educação, Mendonça Filho, o desempenho melhor do Ideb nos anos iniciais tem várias explicações, entre elas o fato de a gestão do chamado Ensino Fundamental I ser de responsabilidade quase total dos municípios.

“No caso dos anos iniciais, a gente tem mais de 80%, 82% sob a responsabilidade dos municípios. Então, é uma estrutura de gestão única. Nos anos finais, metade da rede é de responsabilidade dos estados e outra metade da rede é dos municípios. Só isso já produz uma diferença”, explicou.

Nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, no entanto, as metas nacionais do Ideb não foram alcançadas. No caso do sexto ao nono ano, a meta era de 4,7, mas ficou em 4,5. O Ensino Médio obteve índice de 3,7, valor também abaixo da meta pretendida que era 4,3.

O ministro da Educação lembrou, ainda, alguns fatores que ajudam a explicar os dados ruins do Ideb no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, como o aumento da taxa de evasão escolar e de repetência.

Um projeto Sinduscon RN e IDE.

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